Jogos Virtuais


Vivemos tempos em que a informatização da comunicação se faz presente pelo seu dinamismo e potência de penetração no seio das famílias e sociedade como um todo. Mas devemos ter atenção ao que nos rodeia e se faz presente como inofensivo até que suas consequências venham a se mostrar como destruidoras dos seres que muito amamos, nossos filhos e filhas.

Este fato deve nos levar à autoindagação do que nossos filhos estão vendo nos celulares, nos jogos comunitários, com quem estão se relacionando virtualmente e o que estão sendo levados a fazer bem como o que os levam a tomarem atitudes que colocam em risco a integridade de suas vidas.

O fato de viver juntos no mesmo espaço não quer dizer que estamos com eles. Estar com nossos filhos significa fazer parte de suas vidas, e isso requer perguntas sobre seu dia a dia, seus relacionamentos, suas dificuldades, saber onde estão, com quem estão e não ter receio de demonstrar o amor. Amar não significa enchê-los de presentes, mas abraçar, beijar, falar que ama, enfim, se interessar por eles.

Todo aquele que tem realmente a vida alicerçada no amor não tem espaço para ser adotado por meios virtuais, jogos, vícios em drogas, sexolatria e tudo aquilo que leva o indivíduo a se preencher do vazio existencial. Seja a participante da vida de seu filho para que ele não venha a ser parte de jogo virtual (Baleia Azul) e de vícios de qualquer ordem que destroem suas vidas.

Ame e não tenha receio de demonstrar que você o ama. O amor é o alicerce da vida.

                                                                                                                                                                                                      Evaldo A Lima